Chubby Checker! O rei do Twist, certo ?

O ano é 1971 … 10 anos depois de estourar sucesso com musicas como “The Twist” e “Let’s Twist Again”, Chubby Checker faz um album bem diferente do resto de sua carreira.
Não sei o que aconteceu, mas ele mergulhou no psicodélico.

Parece até que, atualmente, ele prefere não falar sobre esse trabalho. Bom, então eu falo… é muito bom… A voz macia e fantástica é acompanhada por uma banda hippie da época que agrada muito quem curte Jimi Hendix Experience ou as bandas psicodélicas do fim dos anos 60.

As minhas preferidas deste album são “My Mind”, “No Need To Get So Heavy”, “How does it Feel”, “Gypsy”, “He Died”, “If The Sun Stopped Shining”…

Pois é, após o Twist é hora de Stoned in Bathroom …

Chequered! - 4

Twist Psicodélico rsrs (download aqui)

QOTSA


Em 1995, um ano depois do lançamento do clássico Welcome to Sky Valley‎”, a banda Kyuss (um futuro post) lança o controvertido álbum …And the Circus Leaves Town. Esse álbum não agradou nem a fãs, nem a imprensa. Isso acaba desiludindo o então guitarrista da banda Josh Homme, que se muda pra Seattle onde passa a freqüentar uma faculdade, achando, como ele mesmo disse, não ter mais nada a oferecer pra musica.

Na nova cidade revê seus conceitos e percebe que a musica produzida não deveria agradar aos outros, mas somente a sei próprio. Passa então a se envolver em outros projetos e em 1996 integrar o Screaming Trees pra turno do álbum Dust de 96. No ano seguinte, com os suspiros finais dos Trees, Josh arruma um tempo pra se dedicar em um projeto chamado Desert Sessions (outro futuro post), mostrando melhor seu lado experimental e liberando sua criatividade. Nesses eventos chamava músicos, fazendo sons experimentais num estúdio pequeno, com equipamentos antigos e raros e musicas compostas lá mesmo, em poucas horas em um deserto californiano. Tal encontro da à luz a 6 álbuns (lançaram mais 4 posteriormente) sem interesses comerciais, mas que por nossa sorte (e dos caras também, que lucraram com isso, hehe) foram lançados por uma gravadora.

Josh reencontra Nick Olivieri ex do Kyuss, decidem formar uma banda. Vão para o deserto e com a ajuda de Alfredo Hernandez, outro ex do Kyuss, e começam a trabalhar no som da nova banda. Parecido, mas diferente, é como eu defino o álbum de estréia dos caras. Lembra um pouco a banda anterior, mas ao mesmo tempo já te leva pra outra experiência, uma coisa nova e boa. Embarcam em uma turnê e tocaram ao lado de bandas grandes como Smashing Pumpkins, Bad Religion e Rage Against the Machine

Dois anos depois o Screaming Trees termina. Josh se dedica inteiramente ao QOTSA, volta pro deserto, com a participação de dois bateristas e, junto com ilustres da musica, monta seu novo álbum “Rated R”. Apesar de não ter muito sucesso comercial, o disco foi agraciado pela critica e pelos fãs. Embarcam em mais uma turnê, nessa tocam no Rock in Rio. Em 2002 lançam o “Songs for the Deaf”, com o novo segundo vocalista Mark Lanegan (ex-vocal do Screaming Trees) e ajudando na batera Dave Grohl, os dois participam da turnê de promoção do disco, que acaba sendo um sucesso de publico e de vendagens.

Dois anos depois, Josh expulsa Oliveri da banda alegando um comportamento inadequado e junto com ele Lanegan aproveita e sai da banda. Aparentemente pra abafar as complicações, é lançado o EP “Stone Age Complication”. O quarto álbum Lullabies to Paralyze concepção sonora diferente das dos demais. Perde um pouco da agressividade, possui musicas lentas, pesadas, sombrias, são canções de ninar de filmes de terror. Gravam um acústico em Berlim e o primeiro CD/DVD em Londres Over The Years And Through The Woods”. Em 2007 lançam Era Vulgaris”, lançado na pior fase da banda, segundo o próprio vocalista. Possui também uma nova proposta, lembrando o disco anterior, mas ao mesmo tempo com uma pegada pesada.

Acho que sobre a banda é basicamente isso. Durante as postagens dos álbuns vou detalhando mais.

Discografia:

James Page tocando Skiffle…

Primeiro, o que é Skiffle? Usando a maravilhosa ferramenta google e o maravilhoso site wikipedia, chupinhei isso:

“O skiffle foi um tipo de música folk com influência de jazz, blues e country, é um ritmo muito parecido com o rockabilly. popular entre a juventude na década de 1950. Os grupos de skiffle usavam instrumentos improvisados, como tábuas de lavar roupa e garrafas, para dar às canções folk e melodias simples um ambiente rápido e rítmico. Os Beatles no início de suas carreiras musicais, quando John Lennon ainda tocava numa banda chamada The Quarrymen, usavam contrabaixo skiffle, que nada mais era do que um cabo de vassoura preso a uma caixa de chá (tea chest bass).”

Fato é, que procurando sobre esse tipo de musica, acabei achando um video deveras interessante.

-O que você quer ser quando crescer?

-Biólogo!

Flagrou?

Show do CJ Ramone


Julho, mês de aniversário, OUTS 6 anos, apresenta:

FESTA DE 35 ANOS DOS RAMONES!
Show: CJ RAMONE & CONVIDADOS ESPECIAIS!

Abertura: Fox Hound + The Razorblades

Dia: 07/07/2009 (terça-feira)

Horário: a partir das 20hrs  * show CJ Ramone pontualmente às 22 horas!

Local: Clube Outs – Rua Augusta, 486

Bairro Consolação – São Paulo – SP

Info: (11) 3237-4940 – http://www.clubeouts.com

Ingressos:

R$ 30,00 (preço promocional antecipado)

R$ 30,00 (meia-entrada para estudantes * apenas na loja Flame)

R$ 60,00 (na porta, se sobrar)

Pontos de venda de ingressos antecipados em São Paulo:

Estrondo – Galeria do Rock – loja 340 – Tel: (11) 3361-8961

Flame Store – Galeria do Rock – loja 222 – Tel: (11) 3224-8916
London Calling – Rua 24 de Maio, 116, loja 15 – Tel: (11) 3223-5300

Venda oficial de ingressos online:

http://www.ticketbrasil.com.br

Pogues !!! Red Roses For Me !!!

Empolgação. Humor subitamente alterado. Embriaguez. Vício.

São efeitos que Pogues causa …

“Red Roses for Me” de 84 é simplesmente perfeito. Como uma boa cerveja gelada em um boteco de bairro. Transmetropolitan abre o disco como se fosse o alcoolismo chamando pra uma gelada na segunda-feira. Com a instrumental Battle of Brisbane pode pedir mais duas pro garçon só levantando a mão. Em Auld Triangle a conversa fica séria e vai aumentando a intensidade assustadora e explodindo em Waxie’s Dargle com berros que dois sujeitos fazem em certo nível alcoolico.
Banjo e Acordeon destruindo e eu já não consigo mais parar de beber com a sequência Boys from the Country Hell, Sea Shanty e Dark Streets of London. Foda-se tudo!! Não tem como beber com moderação depois de ouvir isso. Tudo vai começa a rodar e eu quero beber algo mais forte.

Pogues shane 2

A próxima é Streams of Whiskey e é minha preferida, é como se o bar inteiro cantasse o refrão “I am goooooing, I aaam goooooing … ” com os copos levantados e derrubando cerveja no chão.
A força avassaladora que só um vocalista punk daria a uma musica tradicional irlandesa pode ser sentida quando Shane McGowan dá a emoção embriagada perfeita em Poor Paddy que é simplesmente destruidora. A instrumental Dingle Regetta mantém o tom e o ritmo abrindo caminho para mais uma “sea shantyGreenland Whale Fisheries que certamente o Greenpeace deve adorar.
O dueto brutal em Down in the Ground Where the Dead Men Go pode muito bem servir para um acompanhamento de uma garrafa de conhaque barato numa quinta-feira chuvosa e fria.
Despedir-se da bebedeira é bem triste. E com a melancólica Kitty o album termina, dando folego após uma sequência matadora de punk rock e música tradicional irlandesa. Num momento que o Punk já não estava no seu auge mas dava vertentes a obras primas como essa.

Quer ouvir ?? ova então :












http://www.youtube.com/watch?v=yUXpwfGX06wB0006957RQ.02.LZZZZZZZ

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